Comentários da partida: FORMOSA 2 x 3 CEILÂNDIA
Primeiro gostaríamos de parabenizar mais uma vez o bom público presente no Estádio Diogão, o melhor da competição até aqui sem dúvidas, uma pena que dentro de campo o time continua sem aquela vontade de ser campeão, de querer ir além. A tática favoreceu o adversário que foi mais paciente e menos eufórico, buscou o resultado e levou três pontos.
Em uma tarde quente no estádio Diogão, o Formosa entrou em campo mostrando pouco serviço no início da partida. Depois de certo equilíbrio, o Ceilândia pouco a pouco foi tomando conta do meio campo e o seu gol era questão de tempo. Destaque para Aucione que pintou o bordou pelo lado direito, canto cujo qual saiu o lance que resultou na abertura do placar a favor do alvinegro.
Com o resultado desfavorável e a torcida cobrando serviço dos jogadores, o Formosa começou a demonstrar mais vontade, se movimentou mais e aproveitou o fato de o Gato Preto se segurar um pouco em campo.
E o resultado veio de uma maneira inesperada. Depois de cobrança de falta de Alex, a bola enganou o goleiro que colaborou jogando a bola nos pés de Luiz Carlos resultando em aplausos e comemoração de boa parte da torcida que logo mudou o tom vaiando o atleta após o mesmo ter corrido para a beira do campo e, ironicamente, apontando o número da camisa que vestia.
Mais alguns minutos depois, mostrando jogo e indo para frente, o time chegou ao seu segundo gol com magistral cobrança de falta de Húdson que colocou no canto alto do goleiro com grande facilidade.
Mas a partir do segundo gol, o Formosa perdeu aquela vontade de ganhar e ficou se segurando no campo de defesa. Atacava, mas sem foco e dando contra ataques cada vez mais perigosos. Alguns jogadores cavando muitas faltas desnecessárias em um jogo em que claramente o juiz não iria apitar.
No segundo tempo, Alan Dellon ficou invisível ao sistema defensivo. Todas as bolas chegavam com o atleta tendo espaço para pensar na melhor jogada, o que acabou facilitando o lance do segundo gol. E mesmo sendo o melhor jogador da partida até então, ninguém parecia estar querendo marcar o jogador que mais tarde participou de uma jogada simples em profundidade e deixou a bola com Dimba que, impedido, fez o gol.
Com o jogo empatado, o sarrafo foi inevitável. Várias faltas e cartões amarelos. No Formosa, o meio campo perdeu seu gás e os espaços ficaram cada vez mais evidentes resultando no terceiro gol do adversário que provou outras falhas do sistema defensivo que mais colaborou que atrapalhou o Gato Preto no lance.
Vitória com gol no final do jogo e mais decepção para a torcida do Formosa que teve momentos de felicidade, quando o time entrou no intervalo com o jogo a favor, e tristeza e raiva quando o time encerrou os noventa minutos perdendo os três pontos e se complicando na tabela.
Se o Formosa continuar na sonolência que tem mostrado em campo, o rebaixamento será inevitável. Antes disto a diretoria deveria começar a se planejar para colocar pessoas com maior identidade com o clube nos próximos campeonatos colocando todos em seus devidos lugares desde a direção até os jogadores. Porque da maneira em que está além do descenso, o time perderá seu bem mais precioso, seus torcedores.
Com o Gama pela frente em casa, o jogo será de vida ou morte para os dois. Uma derrota ou empate tira o perdedor ou os dois das semifinais do Candangão. E se caso o Tsunami perca, lutará para não cair diante de outro candidato ao rebaixamento, o Ceilandense fora de casa.
Em uma tarde quente no estádio Diogão, o Formosa entrou em campo mostrando pouco serviço no início da partida. Depois de certo equilíbrio, o Ceilândia pouco a pouco foi tomando conta do meio campo e o seu gol era questão de tempo. Destaque para Aucione que pintou o bordou pelo lado direito, canto cujo qual saiu o lance que resultou na abertura do placar a favor do alvinegro.
Com o resultado desfavorável e a torcida cobrando serviço dos jogadores, o Formosa começou a demonstrar mais vontade, se movimentou mais e aproveitou o fato de o Gato Preto se segurar um pouco em campo.
E o resultado veio de uma maneira inesperada. Depois de cobrança de falta de Alex, a bola enganou o goleiro que colaborou jogando a bola nos pés de Luiz Carlos resultando em aplausos e comemoração de boa parte da torcida que logo mudou o tom vaiando o atleta após o mesmo ter corrido para a beira do campo e, ironicamente, apontando o número da camisa que vestia.
Mais alguns minutos depois, mostrando jogo e indo para frente, o time chegou ao seu segundo gol com magistral cobrança de falta de Húdson que colocou no canto alto do goleiro com grande facilidade.
Mas a partir do segundo gol, o Formosa perdeu aquela vontade de ganhar e ficou se segurando no campo de defesa. Atacava, mas sem foco e dando contra ataques cada vez mais perigosos. Alguns jogadores cavando muitas faltas desnecessárias em um jogo em que claramente o juiz não iria apitar.
No segundo tempo, Alan Dellon ficou invisível ao sistema defensivo. Todas as bolas chegavam com o atleta tendo espaço para pensar na melhor jogada, o que acabou facilitando o lance do segundo gol. E mesmo sendo o melhor jogador da partida até então, ninguém parecia estar querendo marcar o jogador que mais tarde participou de uma jogada simples em profundidade e deixou a bola com Dimba que, impedido, fez o gol.
Com o jogo empatado, o sarrafo foi inevitável. Várias faltas e cartões amarelos. No Formosa, o meio campo perdeu seu gás e os espaços ficaram cada vez mais evidentes resultando no terceiro gol do adversário que provou outras falhas do sistema defensivo que mais colaborou que atrapalhou o Gato Preto no lance.
Vitória com gol no final do jogo e mais decepção para a torcida do Formosa que teve momentos de felicidade, quando o time entrou no intervalo com o jogo a favor, e tristeza e raiva quando o time encerrou os noventa minutos perdendo os três pontos e se complicando na tabela.
Se o Formosa continuar na sonolência que tem mostrado em campo, o rebaixamento será inevitável. Antes disto a diretoria deveria começar a se planejar para colocar pessoas com maior identidade com o clube nos próximos campeonatos colocando todos em seus devidos lugares desde a direção até os jogadores. Porque da maneira em que está além do descenso, o time perderá seu bem mais precioso, seus torcedores.
Com o Gama pela frente em casa, o jogo será de vida ou morte para os dois. Uma derrota ou empate tira o perdedor ou os dois das semifinais do Candangão. E se caso o Tsunami perca, lutará para não cair diante de outro candidato ao rebaixamento, o Ceilandense fora de casa.







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